Weiner
caio
De acordo com a introdução, Flew havia em janeiro de 2004, pouco tempo antes da entrevista, declarado a Habermas que ele havia adotado uma postura deísta (CAIO VOCÊ DEVE SABER O SIGNIFICADO DE DEÍSMO, NO CASO DE NÃO SABER, NÃO É O SEU DEUS BÍBLICO). Mais tarde, o texto foi revisto pelos dois participantes ao longo dos meses precedentes à publicação da entrevista. No artigo, Flew afirma que certas considerações filosóficas e científicas o levaram a repensar seu trabalho de toda uma vida em apoio ao ateísmo em favor de um tipo de deísmo, similiar ao defendido por Thomas Jefferson: "Por um lado a razão, principalmente na forma de argumentos pró-design nos assegura que há um Deus, por outro, não há espaço seja para alguma revelação sobrenatural, seja para alguma transação entre tal Deus e seres humanos individuais". A concepção de Deus adotada por Flew, conforme explicada na entrevista, é limitada à ideia de Deus como causa primeira. Ele rejeita a idéia de um pós-vida, ou de Deus como origem do bem e da ressurreição de Jesus como um fato histórico, embora tenha permitido em seu último livro a adição de um breve capítulo argumentando em favor da ressurreição de Cristo. Críticas à mudança de Antony Flew não tardaram a aparecer, como a do jornalista Mark Oppenheimer, que valeu-se da idade do filósofo, então com 84 anos, para sugerir que Flew estivesse sofrendo de algum tipo de leve de demência[9]. Continua...
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Em 2007, Flew lançou um livro intitulado "There's a God" (Existe um Deus), tendo o escritor Roy Varghese como co-autor. Logo após o lançamento, o jornal The New York Times publicou um artigo reportando que Varghese teria sido quase que inteiramente responsável pela redação do livro e que Flew sofria um acentuado estado de declínio mental, tendo grande dificuldade em recordar figuras chave, idéias e eventos relacionados ao tema do livro. [9] [“Isso é na verdade coisa do Roy [Varghese]”, disse Flew ao jornalista Mark Oppenheimer do New York Times. “Ele mostrou para mim e eu disse tudo bem. Estou muito velho para esse tipo de trabalho!”.][1]
O artigo provocou exclamações públicas em que Varghese foi acusado de manipulador[10] Varghese justificou suas ações, apoiado pelo editor, que divulgou um texto assinado por Flew, onde este reiterava a sua autoria das idéias constantes no livro, respondendo que em função de sua idade já avançada (84 anos na ocasião), o papel de um colaborador na redação do texto, não era apenas justificável como também necessário. Flew insistia ainda que a possibilidade ser manipulado por alguém devido a sua idade era totalmente equivocada.
Usar uma pessoa de 84 anos, senil, só poderia ser feito pelos desonestos cristãos, que querem por que querem impor sua falsa doutrina, independente da verdade, são consciente que cristo jamais existiu, que é uma cópia dos demais deuses-solar.
Você não compreende que Flew, enquanto no pleno domínio mental e de não ter sido manipulado por pessoas inescrupulosas como Varghese, afirmou categoricamente: A concepção de Deus adotada por Flew, conforme explicada na entrevista, é limitada à ideia de Deus como causa primeira. Que ele rejeita um pós vida, ou como origem do bem e da ressurreição de cristo? Você precisa reavaliar suas interpretações sobre os textos que lê.
Onde entra dinheiro acaba a honestidade, é incrível como a fábula, a lenda do cristianismo traz uma renda fabulosa, da exploração de suas ovelhinhas, você acha que a religião irá entregar isto, de mão beijada? Claro que não, vão continuar manipulando e arrecadando enquanto puderem. A Fundação Templeton oferece grande soma em dinheiro para os cientistas que defenderem a religião, algo equivalente a U$200.000,00. Veja isto, já inclui em outros comentários: Do Papa Leão X: "Quantum nobis prodeste haec fabula Christi", traduzindo: "A fábula de Cristo é de tal modo lucrativa que seria loucura advertir os ignorantes de seu erro". Do Papa Pio XII em 1955: "Para os cristãos o problema da existência de Jesus Cristo concerne a fé, e não a história". Os museus estão repletos de fósseis, onde que estão de Adão e Eva, de Abel e Caim, de Moisés, de Abraão, de qualquer um dos principais profetas, e mesmo recentemente, dos apóstolos? Olha, a criação bíblica é plagio da Egípcia, do deus Amon ´Rá, os 10 mandamento do Livro dos Mortos dos egípcios. Finalizando: Inquirido a respeito dos erros das traduções bíblicas, S. Gregorio, Bispo de Nanianzus no Século IV, escreveu: "Um certo jargão é necessário para impor ao povo. Quanto menos compreenderem, mais admirará." O que pensar então das traduções de Lutero e das demais que se fizeram e que chegaram aos dias atuais? É dinheiro demais para deixar escapar pelos vãos dos dedos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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