Pedro ℗ -.
Primeiro, Deus é o campeão em arrependimento:
Geneses 6: 6 Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.
Exodo 32: 14 Então o SENHOR arrependeu-se do mal que dissera que havia de fazer ao seu povo.
I Samuel 15: 11 Arrependo-me de haver posto a Saul como rei; porquanto deixou de me seguir, e não cumpriu as minhas palavras.
I Samuel 15: 35 (...) E o SENHOR se arrependeu de haver posto a Saul rei sobre Israel.
Jeremias 26: 19 (...) E o SENHOR não se arrependeu do mal que falara contra eles?
Jeremias 42: 10 (...) porque estou arrependido do mal que vos tenho feito.
Segundo a bíblia, Deus se CANSA:
Exodo 31: 17 (...) porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se.
Isaias 1: 14 As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer
Isaias 43: 24 Não me compraste por dinheiro cana aromática, nem com a gordura dos teus sacrifícios me satisfizeste, mas me deste trabalho com os teus pecados, e me cansaste com as tuas iniqüidades
Ok, o tal Deus se arrepende e se cansa, certo, mas as duas coisas juntas??!! Pode isso?! Rsrs
Jeremias 15:6 Tu me deixaste, diz o SENHOR, e tornaste-te para trás; por isso estenderei a minha mão contra ti, e te destruirei; já estou cansado de me arrepender.
Segundo a bíblia, Deus também se ENFADA:
Malaquias 2: 17 Enfadais ao SENHOR com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto que dizeis: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do SENHOR, e desses é que ele se agrada, ou, onde está o Deus do juízo?
Talvez seja por isso que, segundo a bíblia, Deus DORME:
Salmos 78: 65 Então o Senhor despertou, como quem acaba de dormir, como um valente que se alegra com o vinho.
Salmos 44: 23 Desperta, por que dormes, Senhor? Acorda, não nos rejeites para sempre
Segundo a bíblia, Deus tem alma e é impaciente:
Zacarias 11: 8 E destruí os três pastores num mês; porque a minha alma se impacientou deles, e também a alma deles se enfastiou de mim.
E o tal Deus também fica Indignado:
Salmos 18: 7 Então a terra se abalou e tremeu; e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porquanto se indignou.
Isaias 34: 2 Porque a indignação do SENHOR está sobre todas as nações, e o seu furor sobre todo o exército delas; ele as destruiu totalmente, entregou-as à matança.
Jeremias 30: 23 Eis que a tempestade do SENHOR, a sua indignação, já saiu; uma tempestade varredora, cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios.
Zacarias 8: 2 Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Zelei por Sião com grande zelo, e com grande indignação zelei por ela.
Quando ficamos indignados o que fazemos? Reclamamos. Deus também pode reclamar, olha que legal!
Salmos 40: 6 Sacrifício e oferta não quiseste; os meus ouvidos abriste; holocausto e expiação pelo pecado não reclamaste.
Malaquias 3: 8 Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.
E ele fica Irado também, nem que seja por um tempinho:
Salmos 30: 5 Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.
Jeremias 3: 12 Vai, pois, e apregoa estas palavras para o lado norte, e dize: Volta, ó rebelde Israel, diz o SENHOR, e não farei cair a minha ira sobre ti; porque misericordioso sou, diz o SENHOR, e não conservarei para sempre a minha ira.
Miqueias 7: 18 Ele não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na sua benignidade.
Mas a bíblia se contradiz e diz que sua ira do senhor pode durar muito tempo:
Jeremias 17: 4 Assim por ti mesmo te privarás da tua herança que te dei, e far-te-ei servir os teus inimigos, na terra que não conheces; porque o fogo que acendeste na minha ira arderá para sempre.
Malaquias 1: 4 Ainda que Edom diga: Empobrecidos estamos, porém tornaremos a edificar os lugares desolados; assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eles edificarão, e eu destruirei; e lhes chamarão: Termo de impiedade, e povo contra quem o SENHOR está irado para sempre.
Sabe o que você deve fazer quando Deus ficar Irado? Ande nu. Rsrs
Amos 2: 16 E o mais corajoso entre os fortes fugirá nu naquele dia, diz o SENHOR.
Não bastasse apenas a Ira, Deus também fica furioso:
Ezequiel 25: 17 E executarei sobre eles grandes vinganças, com furiosos castigos, e saberão que eu sou o SENHOR, quando eu tiver exercido a minha vingança sobre eles
E vocês querem saber mais?? Ele pode ter, de uma so vez, esses 3 sentimentos citados anteriormente:
JEREMIAS 21: 5 E eu pelejarei contra vós com mão estendida e com braço forte, e com ira, e com indignação e com grande furo
O Que eu nunca ouvi falar foi um Deus supremo poder ser tentado...
Deuteronomio 6: 16 Não tentareis o SENHOR vosso Deus, como o tentastes em Massá;
Malaquias 3: 15 Ora, pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos; também os que cometem impiedade são edificados;sim, eles tentam a Deus, e escapam
Atos 15: 10 Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar?
O Deus é ciumento de vez em quando...
OSÉIAS 2:13 Castigá-la-ei pelos dias dos Baalins, nos quais lhes queimou incenso, e se adornou dos seus pendentes e das suas jóias, e andou atrás de seus amantes, mas de mim se esqueceu, diz o SENHOR.
E por ultimo, o que eu mais gostei...
Deus Lamenta... e como ele reage? Geme e anda nu!!! rsrs
Miqueias 8 Por isso lamentarei, e gemerei, andarei despojado e nu; farei lamentação como de chacais, e pranto como de avestruzes.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
« Os dez sintomas de uma pessoa iludida
O fim da Aposta de Pascal: porque a descrença é a aposta mais segura
28 28UTC junho 28UTC 2011 por SotnasPG
No século XVII o matemático Blaise Pascal formulou seu infame argumento pragmático a favor da crença em Deus em sua obra “Pensées”. O argumento funciona da seguinte maneira:
Se você erroneamente acredita que Deus existe, você não perde nada (supondo que a morte é o fim absoluto), ao passo que se você acredita corretamente que Deus existe, você ganha tudo (eterna bem-aventurança). Mas se você, corretamente, não acredita que Deus existe, você não ganha nada (a morte termina tudo), ao passo que se você, erroneamente, não acredita que Deus existe, você perde tudo (danação eterna).
Como você deveria apostar? Independentemente de qualquer evidência contra ou a favor da existência de Deus, Pascal argumentou que o fracasso em aceitar a existência de Deus acarreta o risco de perder tudo sem chance de recuperar qualquer coisa. A melhor aposta, portanto, é aceitar a existência de Deus. Inúmeras objeções tem sido apresentadas contra a aposta: que uma pessoa não pode simplesmente decidir acreditar em algo que para ela é patentemente falso; que a aposta se aplicaria tanto à crença no Deus errado quanto à descrença em todos os deuses, deixando o crente em qualquer deus em particular na mesma situação do ateu e do agnóstico; que Deus não recompensaria a crença nele baseada unicamente numa aposta segura; e por aí vai.
Richard Carrier, historiador americano e ex-editor-chefe do Internet Infidels, constrói um argumento, quase uma piada, mas de uma lógica impecável, que refuta definitivamente a célebre aposta.
O Fim da Aposta de Pascal: Somente Não-Teístas vão para o Céu
2002
Argumento 1: Quem vai para o céu?
É uma crença comum que somente os moralmente bons deveriam habitar o céu, e esta é uma crença razoável, amplamente defendida por teístas das mais variadas denominações. Suponha que exista um deus que está nos vigiando e selecionando quais almas dos falecidos levar para o céu, e este deus realmente deseja que somente os moralmente bons povoem o paraíso. Ele provavelmente selecionará somente dentre aqueles que se empenharam de maneira significativa e responsável em descobrir a verdade. Pois todos os outros são indignos de confiança, sendo cogntiva ou moralmente inferiores, ou ambos. Também será menos provável que estes últimos alguma vez descubram e se comprometam com crenças verdadeiras sobre o certo e o errado. Isto é, se eles possuem uma preocupação genuína e significativa em fazer o que é certo e se absterem do erro, segue-se necessariamente que eles devem possuir um interesse significativo e honesto em conhecer o certo e o errado. Uma vez que este conhecimento exige conhecimento sobre vários fatos fundamentais acerca do universo (como, por exemplo, se existe um deus), segue-se necessariamente que tais pessoas devem se comprometer de maneira honesta e significativa em buscar, verificar e confirmar a correção de suas crenças acerca de tais assuntos. Logo, somente tais pessoas podem ser morais e confiáveis o bastante para merecer um lugar no Céu — a menos que deus deseje atulhar o paraíso com gente moralmente preguiçosa, irresponsável ou indigna de confiança.
Mas somente dois grupos se encaixam nessa descrição: teístas intelectualmente comprometidos mas críticos, e não-teístas igualmente comprometidos mas críticos (o que abraange tanto ateus quanto agnósticos, humanistas seculares mais especificamente, no sentido mais básico). Ambos os grupos possuem um compromisso honesto e significativo com a busca, a verificação e a confirmação da correção de suas crenças sobre deus (por exemplo); de maneira que suas crenças sobre o certo e o errado provavelmente serão corretas. Nenhum outro grupo pode reivindicar isto. Qualquer um que esteja sinceramente interessado em distinguir entre o certo e o errado deve estar arduamente empenhado em descobrir se certas afirmações são verdadeiras, incluindo “Deus existe”, e deve tratar esse assunto com tanta dedicação e responsabilidade quanto qualquer outra questão moral. E os únicos dois tipos de pessoas que fazem isso são aqueles teístas e não-teístas que devotam suas vidas a examinar os fatos e determinar se estão corretos.
Argumento 2: Por que este mundo?
É uma crença comum que certos mistérios, como males inexplicados no mundo e o silêncio de Deus, são explicáveis como um teste, e esta é uma crença razoável, amplamente defendida por teístas das mais variadas denominações. Afinal, se nenhum teste fosse necessário, então Deus poderia e deveria, como resultado de sua compaixão e perfeita eficiência, simplesmente selecionar os candidatos ao nascer e dispensar qualquer vida real neste mundo, já que Deus conheceria de imediato seus méritos.
O livre-arbítrio não pode refutar esta conclusão, já que se Deus não pode nos conhecer porque podemos livremente nos alterar por completo, então Deus não pode ocupar o céu com pessoas confiáveis: pois qualquer um no céu pode através de um ato livre, inesperado e espontâneo efetuar um ato maligno ou tornar-se maligno. E, dada uma eternidade, é altamente provável que a maioria da população celeste fará alguma coisa ruim. Tudo considerado, se o livre-arbítrio for um obstáculo ao propósito divino, então Deus não pode prever quem irá ou não fazer o mal e assim ele não pode separar aqueles que serão eternamente bons daqueles que não serão, a não ser por algum tipo de teste indutivo.
Uma vez que aqueles que serão eternamente bons devem naturalmente ser raros em comparação com o conjunto de pessoas aparentando ser boas no momento de suas mortes, segue-se que, na ausência de um teste indutivo confiável, a maior parte da população celeste não será genuinamente boa. Disso resulta que um Deus que deseje melhores resultados provavelmente distinguiria os genuinamente bons, e portanto dignos, dos indignos e desonestos, sujeitando todos os candidatos a um teste confiável, e seria razoável concluir que este mundo existe somente para esta finalidade.
Argumento 3: Não há Deus ou há um Deus maligno
Se demonstrado com fortes evidências que um deus deve ser ou maligno ou inexistente, uma pessoa genuinamente boa não acreditará em tal deus, ou, se acreditar, não dará um parecer favorável a tal deus ( por meio de adoração ou outras demonstrações de aprovação, já que os bons não aprovam o mal). A maioria dos teístas não negam isto, preferindo negar que a evidência seja forte. Mas parece irrefutável que existem evidências poderosas de que deus deve ou ser malévolo ou inexistir.
Por exemplo, na Bíblia Abraão desfaz-se de sua humanidade e de sua moralidade quando Deus ordena que ele mate seu filho Isaque, e Deus o recompensa por colocar a lealdade acima da moralidade. Isto provavelmente é ruim — um deus bom imaginaria que Abraão renunciaria ao medo e à lealdade e colocaria a compaixão em primeiro lugar e se recusaria a cometer um ato de maldade, e o recompensaria por isso, não pela submissão. De maneira similar, Deus deliberada e inescrupulosamente infligiu tormentos e injustiças sobre Jó e sua família apenas para vencer um debate com Satanás. Isto provavelmente é ruim — nenhum bom deus causaria tantos danos por tão trivial mesquinharia, muito menos preferiria o sofrimento humano face ao desafio provocativo de um mero anjo. E então Deus justifica estas injustiças a Jó alegando ser capaz de fazer o que quiser, de fato dizendo que está além da moralidade. Isto provavelmente é ruim — um bom deus nunca afirmaria estar além do bem e do mal. E o mesmo vale para todos os massacres genocidas e injunções bárbaras ordenadas por Deus na Bíblia. Então há todos os males naturais no mundo (como doenças e terremotos) e todas as maldades humanas não impedidas (por exemplo, deus não move uma palha para deter criminosos ou impedir crimes hediondos, etc). Somente um Deus malévolo provavelmente permitiria tais coisas.
Argumento 4: O Teste
Dos dois grupos abraangendo os candidatos viáveis a habitantes do céu, somente não-teístas reconhecem ou admitem que esta evidência implica fortemente que Deus deve ser malévolo ou inexistente. Consequentemente, somente a resposta dos não-teístas corresponde à esperada para pessoas moralmente boas. Isto é, uma pessoa moralmente boa será critica e intelectualmente responsável acerca da aquisição de crenças verdadeiras, e colocará este compromisso com a virtude moral acima de todas os outros interesses, especialmente aqueles que podem corromper ou comprometer a bondade moral, como a fé ou a lealdade. Assim, aqueles que são genuinamente merecedores do céu muito provavelmente se tornarão não-teístas, uma vez que sua investigação será responsável e portanto completa, e colocará suas preocupações morais acima de todas as outras. Eles então se defrontarão com os fatos inegáveis relativos a todos estes males inexplicados (na Bíblia e no mundo) e concluir que Deus deve provavelmente ser maligno ou inexistente.
Em outras palavras, aceitar tais males sem que uma justificativa seja dada (como o silêncio de Deus implica) indica um compromisso insuficiente com a aquisição de crenças verdadeiras. Mas demonstrar a coragem de manter a descrença face a ameaças de punição eterna no inferno ou de destruição definitiva e absoluta, bem como de inúmeras formas de pressão social e outros fatores adversos, é exatamente o comportamento que um deus esperaria dos genuinamente bons, em vez da submissão à vontade de um ser maligno, ou uma confiança ingênua e injustificada na bondade de um ser aparentemente maligno — esses não são comportamentos esperados de pessoas genuinamente boas.
Por conseguinte somente os não-teístas intelectualmente comprometidos mas críticos são genuinamente virtuosos e irão para o céu. Portanto, se deus existe, seu silêncio e tolerância para com o mal ( no mundo e na bíblia) são explicados e justificados por seu plano de descobrir as únicas classes de pessoas que merecem habitar o céu: não-teístas sinceros. E isto torna perfeitamente compreensíveis vários mistérios, explicando, assim, o que os teístas lutam e se debatem e se contorcem e se atormentam para explicar para si próprios.
* O ocultamento divino é necessário nesta explicação, uma vez que sua presença inspiraria as pessoas a se comportarem moralmente por medo ou motivadas por interesses egoístas, não por coragem ou compaixão ou um senso de integridade pessoal.
* Uma imagem falsa e malévola de Deus na Bíblia é necessária a fim de testar se o leitor colocará a moralidade ou a fé no topo de sua escala de valores, constituindo-se num teste para a coragem moral frente a afirmações, ameaças e promessas de recompensa. Também testa a confiabilidade cognitiva, já que é errado confiar mais na mera palavra escrita de alguém do que em verdades cientificamente estabelecidas e na evidência direta da razão e dos sentidos.
*Males naturais e maldades humanas não impedidas também são necessários nessa explicação, uma vez que apenas desta maneira pode um deus “demonstrar” que não existe nenhuma força moral por trás do universo, que não há nenhum zelador, e por este meio induzir observador racional e comprometido a concluir que não existe nenhuma divindade. Se o universo fosse bem-ordenado, com constrangimentos morais inerentes e a contenção ou restrição de males, os obervadores poderiam concluir que há um deus; assim, mais uma vez, poderiam agir corretamente por medo ou pela esperança de recompensa.
A única maneira de verdadeiramente testar os seres humanos é observar se eles se tornarão não-teístas após sérias e sinceras investigações a respeito destes temas: verificar se temos a coragem e a força moral para escolher a moralidade acima da fé ou da lealdade, e de sermos bons sem medo ou esperança de retribuição divina. Nenhum outro teste garantirá um resultado com os genuinamente bons sendo auto-selecionados num previsível estado de crença que pode ser observado secretamente por Deus.
Conclusão: Como isto explica com facilidade e abraangência todos os inexplicáveis problemas com deus (como o ocultamento divino e a aparente falta de sentido de alguns males), ao passo que outras teologias não o fazem ( ou no mínimo não tão bem), segue-se que esta análise é provavelmente uma interpretação melhor de toda a evidência disponível do que qualquer teologia em contrário. Uma vez que esta conclusão contradiz a conclusão de todas as formulações da Aposta de Pascal, segue-se que a Aposta de Pascal não pode convencer ninguém da existência de Deus ou que a crença em Deus é a melhor aposta.
O fim da Aposta de Pascal: porque a descrença é a aposta mais segura
28 28UTC junho 28UTC 2011 por SotnasPG
No século XVII o matemático Blaise Pascal formulou seu infame argumento pragmático a favor da crença em Deus em sua obra “Pensées”. O argumento funciona da seguinte maneira:
Se você erroneamente acredita que Deus existe, você não perde nada (supondo que a morte é o fim absoluto), ao passo que se você acredita corretamente que Deus existe, você ganha tudo (eterna bem-aventurança). Mas se você, corretamente, não acredita que Deus existe, você não ganha nada (a morte termina tudo), ao passo que se você, erroneamente, não acredita que Deus existe, você perde tudo (danação eterna).
Como você deveria apostar? Independentemente de qualquer evidência contra ou a favor da existência de Deus, Pascal argumentou que o fracasso em aceitar a existência de Deus acarreta o risco de perder tudo sem chance de recuperar qualquer coisa. A melhor aposta, portanto, é aceitar a existência de Deus. Inúmeras objeções tem sido apresentadas contra a aposta: que uma pessoa não pode simplesmente decidir acreditar em algo que para ela é patentemente falso; que a aposta se aplicaria tanto à crença no Deus errado quanto à descrença em todos os deuses, deixando o crente em qualquer deus em particular na mesma situação do ateu e do agnóstico; que Deus não recompensaria a crença nele baseada unicamente numa aposta segura; e por aí vai.
Richard Carrier, historiador americano e ex-editor-chefe do Internet Infidels, constrói um argumento, quase uma piada, mas de uma lógica impecável, que refuta definitivamente a célebre aposta.
O Fim da Aposta de Pascal: Somente Não-Teístas vão para o Céu
2002
Argumento 1: Quem vai para o céu?
É uma crença comum que somente os moralmente bons deveriam habitar o céu, e esta é uma crença razoável, amplamente defendida por teístas das mais variadas denominações. Suponha que exista um deus que está nos vigiando e selecionando quais almas dos falecidos levar para o céu, e este deus realmente deseja que somente os moralmente bons povoem o paraíso. Ele provavelmente selecionará somente dentre aqueles que se empenharam de maneira significativa e responsável em descobrir a verdade. Pois todos os outros são indignos de confiança, sendo cogntiva ou moralmente inferiores, ou ambos. Também será menos provável que estes últimos alguma vez descubram e se comprometam com crenças verdadeiras sobre o certo e o errado. Isto é, se eles possuem uma preocupação genuína e significativa em fazer o que é certo e se absterem do erro, segue-se necessariamente que eles devem possuir um interesse significativo e honesto em conhecer o certo e o errado. Uma vez que este conhecimento exige conhecimento sobre vários fatos fundamentais acerca do universo (como, por exemplo, se existe um deus), segue-se necessariamente que tais pessoas devem se comprometer de maneira honesta e significativa em buscar, verificar e confirmar a correção de suas crenças acerca de tais assuntos. Logo, somente tais pessoas podem ser morais e confiáveis o bastante para merecer um lugar no Céu — a menos que deus deseje atulhar o paraíso com gente moralmente preguiçosa, irresponsável ou indigna de confiança.
Mas somente dois grupos se encaixam nessa descrição: teístas intelectualmente comprometidos mas críticos, e não-teístas igualmente comprometidos mas críticos (o que abraange tanto ateus quanto agnósticos, humanistas seculares mais especificamente, no sentido mais básico). Ambos os grupos possuem um compromisso honesto e significativo com a busca, a verificação e a confirmação da correção de suas crenças sobre deus (por exemplo); de maneira que suas crenças sobre o certo e o errado provavelmente serão corretas. Nenhum outro grupo pode reivindicar isto. Qualquer um que esteja sinceramente interessado em distinguir entre o certo e o errado deve estar arduamente empenhado em descobrir se certas afirmações são verdadeiras, incluindo “Deus existe”, e deve tratar esse assunto com tanta dedicação e responsabilidade quanto qualquer outra questão moral. E os únicos dois tipos de pessoas que fazem isso são aqueles teístas e não-teístas que devotam suas vidas a examinar os fatos e determinar se estão corretos.
Argumento 2: Por que este mundo?
É uma crença comum que certos mistérios, como males inexplicados no mundo e o silêncio de Deus, são explicáveis como um teste, e esta é uma crença razoável, amplamente defendida por teístas das mais variadas denominações. Afinal, se nenhum teste fosse necessário, então Deus poderia e deveria, como resultado de sua compaixão e perfeita eficiência, simplesmente selecionar os candidatos ao nascer e dispensar qualquer vida real neste mundo, já que Deus conheceria de imediato seus méritos.
O livre-arbítrio não pode refutar esta conclusão, já que se Deus não pode nos conhecer porque podemos livremente nos alterar por completo, então Deus não pode ocupar o céu com pessoas confiáveis: pois qualquer um no céu pode através de um ato livre, inesperado e espontâneo efetuar um ato maligno ou tornar-se maligno. E, dada uma eternidade, é altamente provável que a maioria da população celeste fará alguma coisa ruim. Tudo considerado, se o livre-arbítrio for um obstáculo ao propósito divino, então Deus não pode prever quem irá ou não fazer o mal e assim ele não pode separar aqueles que serão eternamente bons daqueles que não serão, a não ser por algum tipo de teste indutivo.
Uma vez que aqueles que serão eternamente bons devem naturalmente ser raros em comparação com o conjunto de pessoas aparentando ser boas no momento de suas mortes, segue-se que, na ausência de um teste indutivo confiável, a maior parte da população celeste não será genuinamente boa. Disso resulta que um Deus que deseje melhores resultados provavelmente distinguiria os genuinamente bons, e portanto dignos, dos indignos e desonestos, sujeitando todos os candidatos a um teste confiável, e seria razoável concluir que este mundo existe somente para esta finalidade.
Argumento 3: Não há Deus ou há um Deus maligno
Se demonstrado com fortes evidências que um deus deve ser ou maligno ou inexistente, uma pessoa genuinamente boa não acreditará em tal deus, ou, se acreditar, não dará um parecer favorável a tal deus ( por meio de adoração ou outras demonstrações de aprovação, já que os bons não aprovam o mal). A maioria dos teístas não negam isto, preferindo negar que a evidência seja forte. Mas parece irrefutável que existem evidências poderosas de que deus deve ou ser malévolo ou inexistir.
Por exemplo, na Bíblia Abraão desfaz-se de sua humanidade e de sua moralidade quando Deus ordena que ele mate seu filho Isaque, e Deus o recompensa por colocar a lealdade acima da moralidade. Isto provavelmente é ruim — um deus bom imaginaria que Abraão renunciaria ao medo e à lealdade e colocaria a compaixão em primeiro lugar e se recusaria a cometer um ato de maldade, e o recompensaria por isso, não pela submissão. De maneira similar, Deus deliberada e inescrupulosamente infligiu tormentos e injustiças sobre Jó e sua família apenas para vencer um debate com Satanás. Isto provavelmente é ruim — nenhum bom deus causaria tantos danos por tão trivial mesquinharia, muito menos preferiria o sofrimento humano face ao desafio provocativo de um mero anjo. E então Deus justifica estas injustiças a Jó alegando ser capaz de fazer o que quiser, de fato dizendo que está além da moralidade. Isto provavelmente é ruim — um bom deus nunca afirmaria estar além do bem e do mal. E o mesmo vale para todos os massacres genocidas e injunções bárbaras ordenadas por Deus na Bíblia. Então há todos os males naturais no mundo (como doenças e terremotos) e todas as maldades humanas não impedidas (por exemplo, deus não move uma palha para deter criminosos ou impedir crimes hediondos, etc). Somente um Deus malévolo provavelmente permitiria tais coisas.
Argumento 4: O Teste
Dos dois grupos abraangendo os candidatos viáveis a habitantes do céu, somente não-teístas reconhecem ou admitem que esta evidência implica fortemente que Deus deve ser malévolo ou inexistente. Consequentemente, somente a resposta dos não-teístas corresponde à esperada para pessoas moralmente boas. Isto é, uma pessoa moralmente boa será critica e intelectualmente responsável acerca da aquisição de crenças verdadeiras, e colocará este compromisso com a virtude moral acima de todas os outros interesses, especialmente aqueles que podem corromper ou comprometer a bondade moral, como a fé ou a lealdade. Assim, aqueles que são genuinamente merecedores do céu muito provavelmente se tornarão não-teístas, uma vez que sua investigação será responsável e portanto completa, e colocará suas preocupações morais acima de todas as outras. Eles então se defrontarão com os fatos inegáveis relativos a todos estes males inexplicados (na Bíblia e no mundo) e concluir que Deus deve provavelmente ser maligno ou inexistente.
Em outras palavras, aceitar tais males sem que uma justificativa seja dada (como o silêncio de Deus implica) indica um compromisso insuficiente com a aquisição de crenças verdadeiras. Mas demonstrar a coragem de manter a descrença face a ameaças de punição eterna no inferno ou de destruição definitiva e absoluta, bem como de inúmeras formas de pressão social e outros fatores adversos, é exatamente o comportamento que um deus esperaria dos genuinamente bons, em vez da submissão à vontade de um ser maligno, ou uma confiança ingênua e injustificada na bondade de um ser aparentemente maligno — esses não são comportamentos esperados de pessoas genuinamente boas.
Por conseguinte somente os não-teístas intelectualmente comprometidos mas críticos são genuinamente virtuosos e irão para o céu. Portanto, se deus existe, seu silêncio e tolerância para com o mal ( no mundo e na bíblia) são explicados e justificados por seu plano de descobrir as únicas classes de pessoas que merecem habitar o céu: não-teístas sinceros. E isto torna perfeitamente compreensíveis vários mistérios, explicando, assim, o que os teístas lutam e se debatem e se contorcem e se atormentam para explicar para si próprios.
* O ocultamento divino é necessário nesta explicação, uma vez que sua presença inspiraria as pessoas a se comportarem moralmente por medo ou motivadas por interesses egoístas, não por coragem ou compaixão ou um senso de integridade pessoal.
* Uma imagem falsa e malévola de Deus na Bíblia é necessária a fim de testar se o leitor colocará a moralidade ou a fé no topo de sua escala de valores, constituindo-se num teste para a coragem moral frente a afirmações, ameaças e promessas de recompensa. Também testa a confiabilidade cognitiva, já que é errado confiar mais na mera palavra escrita de alguém do que em verdades cientificamente estabelecidas e na evidência direta da razão e dos sentidos.
*Males naturais e maldades humanas não impedidas também são necessários nessa explicação, uma vez que apenas desta maneira pode um deus “demonstrar” que não existe nenhuma força moral por trás do universo, que não há nenhum zelador, e por este meio induzir observador racional e comprometido a concluir que não existe nenhuma divindade. Se o universo fosse bem-ordenado, com constrangimentos morais inerentes e a contenção ou restrição de males, os obervadores poderiam concluir que há um deus; assim, mais uma vez, poderiam agir corretamente por medo ou pela esperança de recompensa.
A única maneira de verdadeiramente testar os seres humanos é observar se eles se tornarão não-teístas após sérias e sinceras investigações a respeito destes temas: verificar se temos a coragem e a força moral para escolher a moralidade acima da fé ou da lealdade, e de sermos bons sem medo ou esperança de retribuição divina. Nenhum outro teste garantirá um resultado com os genuinamente bons sendo auto-selecionados num previsível estado de crença que pode ser observado secretamente por Deus.
Conclusão: Como isto explica com facilidade e abraangência todos os inexplicáveis problemas com deus (como o ocultamento divino e a aparente falta de sentido de alguns males), ao passo que outras teologias não o fazem ( ou no mínimo não tão bem), segue-se que esta análise é provavelmente uma interpretação melhor de toda a evidência disponível do que qualquer teologia em contrário. Uma vez que esta conclusão contradiz a conclusão de todas as formulações da Aposta de Pascal, segue-se que a Aposta de Pascal não pode convencer ninguém da existência de Deus ou que a crença em Deus é a melhor aposta.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
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Por que os livros originais do historiador Flávio Josefo sumiram?
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Melhor resposta - Escolhida por votação
Antigo Testamento (Js 19. 10-15) onde encontramos uma lista de todas as tribos de Zabulon, mas nenhuma menção de Nazaré.
No Talmude, existe uma referência de 63 cidades da Galiléia, sem mencionar Nazaré uma única vez.
Jesus não poderia ser um nazareno, pois na época em que ele viveu, a cidade de Nazaré não existia, como foi provado por historiadores em 1920.
Os nazarenos eram uma ramificação dos essênios, uma comunidade que vivia de maneira bastante organizada num sistema
(Js 19. 10-15) as tribos de Zabulon
De acordo com Flávio Josefo, a seita dos nazarenos existia às margens do Rio Jordão, cerca de cento e cinqüenta anos antes do nascimento de Jesus.
Acredita-se também que os nazarenos conheciam os ensinamentos provenientes de Buda e dos Vedas. Encontramos a palavra Nazaré nos dialetos indianos. A palavra Nas significa "associar-se com". Nasa, significa "nariz".
<>http://www.terra.com.br/esoterico/monica…
Quarta-feira, 8 de março de 2006
Jesus, o nazareno
Jesus tem sido chamado pela literatura como Jesus de Nazaré. Por que este nome é utilizado, já que Jesus nasceu em Belém? O correto não seria chamá-lo de Jesus, o belenense?
É fácil identificar a origem do nome Jesus, que deriva de Ieschoua (traduzido do grego Iezous). Também existe a possibilidade de que venha do hebraico Yesu, uma abreviação de Yesua, que foi o grande herói bíblico Josué, sucessor de Moisés.
Já para a origem da palavra nazareno não existem tantas informações. Jesus não poderia ser um nazareno, pois na época em que ele viveu, a cidade de Nazaré não existia, como foi provado por historiadores em 1920.
Para atestar este fato, basta examinar o Antigo Testamento (Js 19. 10-15) onde encontramos uma lista de todas as tribos de Zabulon, mas nenhuma menção de Nazaré.
No Talmude, existe uma referência de 63 cidades da Galiléia, sem mencionar Nazaré uma única vez. Qual a explicação possível?
Uma das possibilidades é que Jesus tenha sido chamado de nazareno por "estar à serviço de Deus", já que a palavra nazareno vem do aramaico Nazar, que significa "observar, colocar-se à serviço de Deus".
Também é quase certo que Nazaré não fosse uma cidade, mas sim, uma ramificação dos essênios, uma comunidade que vivia de maneira bastante organizada, dedicando-se ao trabalho e ao estudo, demonstrando um extraordinário interesse pelos escritos antigos, que proporcionavam ao grupo muito equilíbrio na comunidade.
É possível que os essênios tenham constituído as primeiras comunidades cristãs, sendo citados pelo Talmude como "nozaris". Para alguns estudiosos, os essênios foram considerados os primeiros precursores do cristianismo primitivo.
João Batista também era um nazareno, um profeta, uma pessoa à serviço de Deus, cuja missão era batizar, não para que os filhos de Deus obtivessem a salvação, mas para que seus corpos espirituais e físicos fossem curados.
De acordo com Flávio Josefo, a seita dos nazarenos existia às margens do Rio Jordão, cerca de cento e cinqüenta anos antes do nascimento de Jesus.
Acredita-se também que os nazarenos conheciam os ensinamentos provenientes de Buda e dos Vedas. Encontramos a palavra Nazaré nos dialetos indianos. A palavra Nas significa "associar-se com". Nasa, significa "nariz".
Estas são algumas possibilidades para que Jesus fosse chamado de nazareno, nada tendo a ver como sendo uma pessoa "nascida na cidade de Nazaré".
Monica Buonfiglio
=======================outro==========…
Jesus Cristo, um mito essênio
Na época em que surgiu a ainda não comprovada história de Jesus, existiam três principais denominações judaicas: os fariseus, seduceus e os essênios. Muito provavelmente, apesar das controvérsias, o poderoso e indestrutível cristianismo atual nasceu do reles judaísmo essênio. Tudo o que sabemos sobre eles são pelas referencias de historiadores como Flávio Josefo, Filon de Alexandria e principalmente pelos pergaminhos encontrados próximos ao morto. As controvérsias são muitas, porem há um inegável elo perdido entre cristianismo e judaísmo essênio.
Acreditavam que haveria uma guerra,"A guerra dos filhos da luz contra os filhos das trevas" entre os essênios e os outros desencaminhados da lei, que precederia a era da salvação. Os filhos da luz contam com a ajuda dos anjos Miguel, Rafael e Sariel, enquanto que os filhos das trevas contam com Belial. A vitória, é claro, é dos filhos da luz (O Armagedon do apocalipse?). E mais, esse texto sobre essa guerra foi originalmete escrito muito antes do suposto período do apocalipse cristão, entre os anos de 50 a.C. e 25 d.C.
As pessoas de suas comunidades acreditam que são os eleitos de Deus, os outros, principalmente os fariseus, eram hipócritas, são os "filhos das trevas", que vivem sob o "domínio de Satanás". São os "malditos", os "homens da falsidade", "os que transgridem os mandamentos", os "homens do inferno" segundo a Regra da Comunidade. As pessoas de suas comunidades são os eleitos de Deus, os outros, principalmente os fariseus, "profanam o Templo", "blasfemam contra as leis da aliança de Deus", "praticam a vingança e a maldade contra seu irmão"; os que "saqueiam os pobres", "fazem das viúvas suas presas", "tornam órfãs suas vítimas". São os "homens violentos que romperam a aliança", guiados pela "mentira", o "sacerdote ímpio", cuja "ignomínia era maior que sua glória", e que "viveu de maneira abominável em meio a toda deturpação impura" segundo o Documento de Damasco.
Os essênios eram também conhecidos como nazarenos, e Nazaré era um de seus redutos, aliais, é bom reforçar que a cidade recebeu esse nome por causa dos essênios e não o contrário. São Judeus do deserto que conservaram as puras tradições dos profeta e que promoviam o ritual de batismo. Cristãos compartilham com os essênios inclusive o personagem João Batista. Segundo eles deveria haver dois messias, o Messias-Sacerdote se mostraria resignado com seu destino, dando a vida em sacrifício. Faria purgar os pecados de todos e a conduta de seus atos seria o exemplo da fé que leva os homens à Deus. Para muitos, era João Batista o verdadeiro messias e, talvez, foi por isso que a seita cristã se separou da seita dos essênios, acreditando que o verdadeiro Cristo era Jesus. Os pergaminhos do Mar Morto que fala dos essênios apresenta uma figura extremamente semelhante a Jesus, porem não era o mesmo, já que este havia morrido antes mesmo do suposto nascimento do Jesus evangélico e era apenas o líder dessa comunidade de essênios de Qumran, sendo que este morreu em condições semelhantes a Jesus ao tentar se revoltar contra os romanos.
E há mais coisas que cristãos e essênios compartilham: Não faziam sacrifícios animais; O homem deve ser justo porque na lei da natureza as penalidades são proporcionais às infrações. Deve ser pacífico, tolerante e caridoso. De costumes irrepreensíveis, moralidade exemplar, pacíficos e de boa fé, se dedicavam à contemplação e à caridade, longe do materialismo avassalador. Traços como o elogio de uma vida humilde, a proibição do divórcio e a invocação a Deus como um pai. Os ensinamentos de Jesus provem deles.
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xiao4 cang2 dao1
os pergaminhos se decompõe muito rápido nas bibliotecas medievais, e ele não for copiado uma vez a cada 100 anos se decompõe completamente.
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vano677
Se sumiram é porque talvez ele tenha feito algumas anotações que com certeza relatariam a verdade sobre o mito cristão, quem sabe?
Mas eu particularmente fico meio receoso quanto a Joséfo, Agripa II, Berenice, Tito e Vespasiano.
Segundo dizem Clemente I, Titus Flavius Clemens, poderia ter sido parente dos Flávios e fora escolhido como papa em Roma 90-95 dC. Se a família dos Flávios estavam no poder e Domitila, sobrinha de Dominiciano fora tida como mártir então há de se supor que o culto cristão talvez tenha começado a dar os primeiros passos entre 70 e 95 dC, em Roma, bem longe da Palestina.
Quem sabe se os romanos juntamente com alguns discidentes judaicos não quisessem fundar uma nova religião que englobasse um pouco de cada religião existente na época para se poder governar melhor? Pois naquela época havia grandes filósofos em Roma e Alexandria. Pois Tito se apaixonara por Berenice, porque não casar a religião judaica com a romana? Vespasiano se encantara com a inteligência de Joséfo.
Creio eu que estas figuras e os que os cercavam tiveram um papel importante quanto ao mito cristão.
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Maharet ®
Após a guerra, Flávio Josefo vai viver em Roma, recebendo de Vespasiano uma casa, pensão, propriedades e a cidadania romana. Casa-se 4 vezes, tem 3 filhos e morre em 102 ou 103 d.C., em Roma.
Nestes cerca de 30 anos morando em Roma, Josefo escreve extensa obra sobre os judeus e a guerra judaica contra Roma: Bellum Iudaicum (A Guerra Judaica) em 7 livros; Antiquitates Iudaicae (Antigüidades Judaicas) em 20 livros; Contra Apionem (Contra Apião) em 1 livro e Vita (Autobiografia) também em 1 livro.
A Guerra Judaica é escrita primeiramente em aramaico e, em seguida, entre 79 e 81 d.C., traduzida para o grego. Alguns acham que é por remorso pelo modo suspeito como salva sua vida que Flávio Josefo escreve esta obra. Mas é mais provável que A Guerra Judaica seja uma obra de encomenda. Sendo ainda numerosos os judeus tanto no Império Romano quanto nas regiões dos partos, babilônios e árabes, e esboçando-se possibilidades de novas revoltas, é preciso dissuadir qualquer nova tentativa de insurreição. E a melhor dissuasão é o relato da guerra na Judéia.
A última obra de Josefo é a Autobiografia, escrita após 95 d.C., não se sabe exatamente em que ano.
Algo que se sabe é que alguns dos seus originais se encontravam na Biblioteca de Alexandria: A Biblioteca continha tudo o que a literatura grega produzira de interessante. É certo também que existiam obras estrangeiras traduzidas ou não. Dentro das obras traduzidas pelo corpo de tradutores do próprio museu, distingue-se a tradução em língua grega dos chamados Setenta, livros sagrados dos Judeus a que chamamos Antigo Testamento. Uma lenda diz que Ptolomeu II Filadelfo (rei do Egipto entre 283 e 246 a. C.) reuniu setenta e dois sábios judeus e lhes pediu que traduzissem para o grego as suas Escrituras. No entanto, a tradução foi na realidade bem mais demorada. O Pentateuco só foi acabado de traduzir no séc. III, os livros dos Profetas e os Salmos no século II, e o Eclesiastes cerca de cem anos após a era cristã.
A dedicação e devoção revelada pelos soberanos do Egipto e pelos responsáveis pelo Museu permitiu reunir a maior colecção de livros da antiguidade. Pensa-se que a Biblioteca chegou a reunir cerca de 400 mil volumes. Tendo-se tornado insuficiente o espaço, o Serapeion (templo de Serápis) recebeu um outro depósito, de cerca de 300 mil volumes, totalizando assim 700 mil volumes. Em 441 d.c foi totalmente destruída num segundo incêndio, facto que já havia destruído uma boa parte do seu acervo anteriormente.
Não será, pois, de admirar que tenhamos perdido não apenas as obras originais de Josefo como ainda as de mais uns milhares de autores que decerto contribuiriam para melhor conhecermos a antiguidade clássica.
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Da Terra
Nazareno vem de Nazireu, aquele que faz voto de Nazir.
E isto era feito por alguém que queria alcançar altos níveis de espiritualidade e professia.
A cidade de Nazaré veio existir pelo menos 300 anos apos a morte de Jesus!
Isto é apenas uma contradição história do cristianismo!
Sobre os originais de Flavio Josefus não existirem mais, fica a pergunta? Quem tem a verdade teme o quê?
4 anos atrás Denuncie
Por que os livros originais do historiador Flávio Josefo sumiram?
4 anos atrás Denuncie
▒▒ Da Terra ▒▒
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Antigo Testamento (Js 19. 10-15) onde encontramos uma lista de todas as tribos de Zabulon, mas nenhuma menção de Nazaré.
No Talmude, existe uma referência de 63 cidades da Galiléia, sem mencionar Nazaré uma única vez.
Jesus não poderia ser um nazareno, pois na época em que ele viveu, a cidade de Nazaré não existia, como foi provado por historiadores em 1920.
Os nazarenos eram uma ramificação dos essênios, uma comunidade que vivia de maneira bastante organizada num sistema
(Js 19. 10-15) as tribos de Zabulon
De acordo com Flávio Josefo, a seita dos nazarenos existia às margens do Rio Jordão, cerca de cento e cinqüenta anos antes do nascimento de Jesus.
Acredita-se também que os nazarenos conheciam os ensinamentos provenientes de Buda e dos Vedas. Encontramos a palavra Nazaré nos dialetos indianos. A palavra Nas significa "associar-se com". Nasa, significa "nariz".
<>http://www.terra.com.br/esoterico/monica…
Quarta-feira, 8 de março de 2006
Jesus, o nazareno
Jesus tem sido chamado pela literatura como Jesus de Nazaré. Por que este nome é utilizado, já que Jesus nasceu em Belém? O correto não seria chamá-lo de Jesus, o belenense?
É fácil identificar a origem do nome Jesus, que deriva de Ieschoua (traduzido do grego Iezous). Também existe a possibilidade de que venha do hebraico Yesu, uma abreviação de Yesua, que foi o grande herói bíblico Josué, sucessor de Moisés.
Já para a origem da palavra nazareno não existem tantas informações. Jesus não poderia ser um nazareno, pois na época em que ele viveu, a cidade de Nazaré não existia, como foi provado por historiadores em 1920.
Para atestar este fato, basta examinar o Antigo Testamento (Js 19. 10-15) onde encontramos uma lista de todas as tribos de Zabulon, mas nenhuma menção de Nazaré.
No Talmude, existe uma referência de 63 cidades da Galiléia, sem mencionar Nazaré uma única vez. Qual a explicação possível?
Uma das possibilidades é que Jesus tenha sido chamado de nazareno por "estar à serviço de Deus", já que a palavra nazareno vem do aramaico Nazar, que significa "observar, colocar-se à serviço de Deus".
Também é quase certo que Nazaré não fosse uma cidade, mas sim, uma ramificação dos essênios, uma comunidade que vivia de maneira bastante organizada, dedicando-se ao trabalho e ao estudo, demonstrando um extraordinário interesse pelos escritos antigos, que proporcionavam ao grupo muito equilíbrio na comunidade.
É possível que os essênios tenham constituído as primeiras comunidades cristãs, sendo citados pelo Talmude como "nozaris". Para alguns estudiosos, os essênios foram considerados os primeiros precursores do cristianismo primitivo.
João Batista também era um nazareno, um profeta, uma pessoa à serviço de Deus, cuja missão era batizar, não para que os filhos de Deus obtivessem a salvação, mas para que seus corpos espirituais e físicos fossem curados.
De acordo com Flávio Josefo, a seita dos nazarenos existia às margens do Rio Jordão, cerca de cento e cinqüenta anos antes do nascimento de Jesus.
Acredita-se também que os nazarenos conheciam os ensinamentos provenientes de Buda e dos Vedas. Encontramos a palavra Nazaré nos dialetos indianos. A palavra Nas significa "associar-se com". Nasa, significa "nariz".
Estas são algumas possibilidades para que Jesus fosse chamado de nazareno, nada tendo a ver como sendo uma pessoa "nascida na cidade de Nazaré".
Monica Buonfiglio
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Jesus Cristo, um mito essênio
Na época em que surgiu a ainda não comprovada história de Jesus, existiam três principais denominações judaicas: os fariseus, seduceus e os essênios. Muito provavelmente, apesar das controvérsias, o poderoso e indestrutível cristianismo atual nasceu do reles judaísmo essênio. Tudo o que sabemos sobre eles são pelas referencias de historiadores como Flávio Josefo, Filon de Alexandria e principalmente pelos pergaminhos encontrados próximos ao morto. As controvérsias são muitas, porem há um inegável elo perdido entre cristianismo e judaísmo essênio.
Acreditavam que haveria uma guerra,"A guerra dos filhos da luz contra os filhos das trevas" entre os essênios e os outros desencaminhados da lei, que precederia a era da salvação. Os filhos da luz contam com a ajuda dos anjos Miguel, Rafael e Sariel, enquanto que os filhos das trevas contam com Belial. A vitória, é claro, é dos filhos da luz (O Armagedon do apocalipse?). E mais, esse texto sobre essa guerra foi originalmete escrito muito antes do suposto período do apocalipse cristão, entre os anos de 50 a.C. e 25 d.C.
As pessoas de suas comunidades acreditam que são os eleitos de Deus, os outros, principalmente os fariseus, eram hipócritas, são os "filhos das trevas", que vivem sob o "domínio de Satanás". São os "malditos", os "homens da falsidade", "os que transgridem os mandamentos", os "homens do inferno" segundo a Regra da Comunidade. As pessoas de suas comunidades são os eleitos de Deus, os outros, principalmente os fariseus, "profanam o Templo", "blasfemam contra as leis da aliança de Deus", "praticam a vingança e a maldade contra seu irmão"; os que "saqueiam os pobres", "fazem das viúvas suas presas", "tornam órfãs suas vítimas". São os "homens violentos que romperam a aliança", guiados pela "mentira", o "sacerdote ímpio", cuja "ignomínia era maior que sua glória", e que "viveu de maneira abominável em meio a toda deturpação impura" segundo o Documento de Damasco.
Os essênios eram também conhecidos como nazarenos, e Nazaré era um de seus redutos, aliais, é bom reforçar que a cidade recebeu esse nome por causa dos essênios e não o contrário. São Judeus do deserto que conservaram as puras tradições dos profeta e que promoviam o ritual de batismo. Cristãos compartilham com os essênios inclusive o personagem João Batista. Segundo eles deveria haver dois messias, o Messias-Sacerdote se mostraria resignado com seu destino, dando a vida em sacrifício. Faria purgar os pecados de todos e a conduta de seus atos seria o exemplo da fé que leva os homens à Deus. Para muitos, era João Batista o verdadeiro messias e, talvez, foi por isso que a seita cristã se separou da seita dos essênios, acreditando que o verdadeiro Cristo era Jesus. Os pergaminhos do Mar Morto que fala dos essênios apresenta uma figura extremamente semelhante a Jesus, porem não era o mesmo, já que este havia morrido antes mesmo do suposto nascimento do Jesus evangélico e era apenas o líder dessa comunidade de essênios de Qumran, sendo que este morreu em condições semelhantes a Jesus ao tentar se revoltar contra os romanos.
E há mais coisas que cristãos e essênios compartilham: Não faziam sacrifícios animais; O homem deve ser justo porque na lei da natureza as penalidades são proporcionais às infrações. Deve ser pacífico, tolerante e caridoso. De costumes irrepreensíveis, moralidade exemplar, pacíficos e de boa fé, se dedicavam à contemplação e à caridade, longe do materialismo avassalador. Traços como o elogio de uma vida humilde, a proibição do divórcio e a invocação a Deus como um pai. Os ensinamentos de Jesus provem deles.
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os pergaminhos se decompõe muito rápido nas bibliotecas medievais, e ele não for copiado uma vez a cada 100 anos se decompõe completamente.
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vano677
Se sumiram é porque talvez ele tenha feito algumas anotações que com certeza relatariam a verdade sobre o mito cristão, quem sabe?
Mas eu particularmente fico meio receoso quanto a Joséfo, Agripa II, Berenice, Tito e Vespasiano.
Segundo dizem Clemente I, Titus Flavius Clemens, poderia ter sido parente dos Flávios e fora escolhido como papa em Roma 90-95 dC. Se a família dos Flávios estavam no poder e Domitila, sobrinha de Dominiciano fora tida como mártir então há de se supor que o culto cristão talvez tenha começado a dar os primeiros passos entre 70 e 95 dC, em Roma, bem longe da Palestina.
Quem sabe se os romanos juntamente com alguns discidentes judaicos não quisessem fundar uma nova religião que englobasse um pouco de cada religião existente na época para se poder governar melhor? Pois naquela época havia grandes filósofos em Roma e Alexandria. Pois Tito se apaixonara por Berenice, porque não casar a religião judaica com a romana? Vespasiano se encantara com a inteligência de Joséfo.
Creio eu que estas figuras e os que os cercavam tiveram um papel importante quanto ao mito cristão.
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Maharet ®
Após a guerra, Flávio Josefo vai viver em Roma, recebendo de Vespasiano uma casa, pensão, propriedades e a cidadania romana. Casa-se 4 vezes, tem 3 filhos e morre em 102 ou 103 d.C., em Roma.
Nestes cerca de 30 anos morando em Roma, Josefo escreve extensa obra sobre os judeus e a guerra judaica contra Roma: Bellum Iudaicum (A Guerra Judaica) em 7 livros; Antiquitates Iudaicae (Antigüidades Judaicas) em 20 livros; Contra Apionem (Contra Apião) em 1 livro e Vita (Autobiografia) também em 1 livro.
A Guerra Judaica é escrita primeiramente em aramaico e, em seguida, entre 79 e 81 d.C., traduzida para o grego. Alguns acham que é por remorso pelo modo suspeito como salva sua vida que Flávio Josefo escreve esta obra. Mas é mais provável que A Guerra Judaica seja uma obra de encomenda. Sendo ainda numerosos os judeus tanto no Império Romano quanto nas regiões dos partos, babilônios e árabes, e esboçando-se possibilidades de novas revoltas, é preciso dissuadir qualquer nova tentativa de insurreição. E a melhor dissuasão é o relato da guerra na Judéia.
A última obra de Josefo é a Autobiografia, escrita após 95 d.C., não se sabe exatamente em que ano.
Algo que se sabe é que alguns dos seus originais se encontravam na Biblioteca de Alexandria: A Biblioteca continha tudo o que a literatura grega produzira de interessante. É certo também que existiam obras estrangeiras traduzidas ou não. Dentro das obras traduzidas pelo corpo de tradutores do próprio museu, distingue-se a tradução em língua grega dos chamados Setenta, livros sagrados dos Judeus a que chamamos Antigo Testamento. Uma lenda diz que Ptolomeu II Filadelfo (rei do Egipto entre 283 e 246 a. C.) reuniu setenta e dois sábios judeus e lhes pediu que traduzissem para o grego as suas Escrituras. No entanto, a tradução foi na realidade bem mais demorada. O Pentateuco só foi acabado de traduzir no séc. III, os livros dos Profetas e os Salmos no século II, e o Eclesiastes cerca de cem anos após a era cristã.
A dedicação e devoção revelada pelos soberanos do Egipto e pelos responsáveis pelo Museu permitiu reunir a maior colecção de livros da antiguidade. Pensa-se que a Biblioteca chegou a reunir cerca de 400 mil volumes. Tendo-se tornado insuficiente o espaço, o Serapeion (templo de Serápis) recebeu um outro depósito, de cerca de 300 mil volumes, totalizando assim 700 mil volumes. Em 441 d.c foi totalmente destruída num segundo incêndio, facto que já havia destruído uma boa parte do seu acervo anteriormente.
Não será, pois, de admirar que tenhamos perdido não apenas as obras originais de Josefo como ainda as de mais uns milhares de autores que decerto contribuiriam para melhor conhecermos a antiguidade clássica.
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Or
Da Terra
Nazareno vem de Nazireu, aquele que faz voto de Nazir.
E isto era feito por alguém que queria alcançar altos níveis de espiritualidade e professia.
A cidade de Nazaré veio existir pelo menos 300 anos apos a morte de Jesus!
Isto é apenas uma contradição história do cristianismo!
Sobre os originais de Flavio Josefus não existirem mais, fica a pergunta? Quem tem a verdade teme o quê?
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terça-feira, 7 de junho de 2011
, я๏∂яเgσ°
Contradições parte 1
Dá uma espiada.
Os Gigantes existiam antes da inundação (Gênesis 6:4).
Somente Noé, sua família, e os animais da Arca sobreviveram à inundação (Gênesis 7:23).
Mesmo depois da Inundação os gigantes continuaram existindo (Números 13:33).
Toda a terra tinha uma só língua e as mesmas palavras, até que Deus criou vários idiomas diferentes, fazendo com que ninguém entendesse um ao outro (Gênesis 11:1,6-9).
Anterior a isto, a Bíblia fala de diversas nações, cada um com sua própria língua (Gênesis 10:5).
Deus admitiu que Ele é a causa da surdez e da cegueira (Êxodo 4:11).
Contudo, Deus não aflige os homens por vontade própria (Lamentações 3:33).
Deus envia Moisés para o egito resgatar os filhos de Israel (Êxodo 3:10. 4:19-23).
No caminho, Deus ameaçou Moisés de morte. Não proveu de explicação (Êxodo 4:24-26).
Deus mata todos os animais dos egípcios com uma forte pestilência. Nenhum sobreviveu a pestilência (Êxodo 9:3-6).
Deus mata todos os animais dos egípcios com uma chuva de granizo (Mas eles já não haviam morrido com a pestilência?) (Êxodo 9:19-21,25).
Deus não foi conhecido por Abraão, Isaac e Jacó pelo nome de Javé (Êxodo 6:2-3).
O nome do Senhor já era conhecido (Gênesis 4:26).
Deus proibe que seja feito a escultura de qualquer ser (Êxodo 20:4).
Deus ordenou a fabricação de estátuas de ouro (Êxodo 25:18).
Proibição do assassinato (Êxodo 20:13).
Deus manda Moisés matar todos os homens de Madiã (Números 31:7).
Proibição do roubo (Êxodo 20:15).
Deus manda roubar os egípcios (Êxodo 3:21-22).
Proibição da mentira (Êxodo 20:16)
Deus permiti a mentira (I Reis 22:22)
Deus não pode mentir (Números 23:19).
Deus deliberadamente enviou um "espírito" mentiroso (I Reis 22:20-30) (II Crônicas 18:19-22).
Deus faz pessoas acreditarem em mentiras (II Tessalonicenses 2:11-12).
O Senhor engana os profetas (Ezequiel 14:9).
Contradições - Parte 2
Aarão morreu no monte Hor. Imediatamente depois disso, os israelitas foram para Salmona e Finon (Números 33:38).
Aarão morreu em Mosera. Depois disso, os isralelitas foram para Gadgad e Jetebata (Deuteronômio 10:6-7).
Deus diz a Moisés que Aarão morreu no monte Hor (Deuteronômio 32:50).
Nós temos que amar Deus (Deuteronômio 6:5) (Mateus 22:37).
Nós temos que temer Deus (Deuteronômio 6:13) (I Pedro 2:17).
Deus escreveu nas tábuas as dez palavras da aliança (Deuteronômio 10:1-2,4).
Deus ditou e Moisés escreveu (Êxodo 34:27-28).
Josué queimou a cidade de Hai e reduziu-a a um monte de ruínas para sempre (Josué 8:28).
Hai ainda existe como uma cidade (Neemias 7:32).
Josué destruiu totalmente os habitantes de Dabir (Josué 10:38-39).
Os habitantes de Dabir ainda existem (Josué 15:15).
Saul destruiu completamente os amalecitas (I Samuel 15:7-8,20).
David destruiu completamente os amalecitas (I Samuel 27:8-9).
Finalmente os amalecitas são mortos (I Crônicas 4:42-43).
Isaí teve sete filhos além de seu mais jovem, David (I Samuel 16:10.11).
David foi o sétimo filho (I Crônicas 2:15).
Saul tentou consultar o Senhor (I Samuel 28:6).
Saul nunca fez tal coisa (I Crônicas 10:13-14).
Saul cometeu suicídio (I Samuel 31:4-6) (I Crônicas 10:4-5).
Saul foi morto por um amalecita (II Samuel 1:8-10).
Saul foi morto pelos filisteus (II Samuel 21:12).
Davi tomou 1.700 cavaleiros de Adadezer (II Samuel 8:4).
Davi tomou 7.000 cavaleiros de Adadezer (I Crônicas 18:4).
Davi matou aos arameus 700 parelhas de cavalos e 40.000 cavaleiros (II Samuel 10:18).
Davi matou aos arameus 7.000 cavalos e 40.000 empregados (I Crônicas 19:18).
Israel dispõe de 800.000 homens aptos para manejar espadas, enquanto que Judá dispõe de 500.000 homens (II Samuel 24:9).
Israel dispõe de 1.100.000 homens aptos para manejar espadas, enquanto que Judá dispõe de 470.000 homens (I Crônicas 21:5).
Contradições - Parte 3
Satã provocou Davi a fazer um censo de Israel (I Crônicas 21:1).
Deus sugeriu Davi a fazer um censo de Israel (II Samuel 24:1).
Davi pagou 50 siclos de prata por gados e pelo terreno (II Samuel 24:24).
Davi pagou 600 siclos de ouro pelo mesmo terreno (I Crônicas 21:25).
Rei Josias foi morto em Magedo. Seus servos o levam morto para Jerusalém (II Reis 23:29-30).
Rei Josias foi ferido em Magedo e pediu para seus servos o levarem para Jerusalém, onde veio a falecer (II Reis 23:29-30).
Foram levados 5 homens dentre os mais íntimos do rei (II Reis 25:19-20).
Foram levados 7 homens dentre os mais íntimos do rei (Jeremias 52:25-26).
São citados os nomes de 10 pessoas que vieram com Zorobabel (Esdras 2:2)
São citados os nomes de 11 pessoas que vieram com Zorobabel (Neemias 7:7)
(Esdras 2:3 & Neemias 7:8) Estas passagens pretendem mostrar a quantidade de pessoas que voltaram do cativeiro babilônico. Compare o número para cada família: 14 deles discordam.
Jesus foi filho de José, que o foi de Jacob (Mateus 1:16).
Jesus foi filho de José, que o foi de Heli (Lucas 3:23).
O pai de Salathiel foi Jeconias (Mateus 1:12).
O pai de Salathiel foi Neri (Lucas 3:27)
Abiud é filho de Zorobabel (Mateus 1:13).
Resa é filho de Zorobabel (Lucas 3:27).
São citados os nomes de todos os filhos de Zorobabel, mas nem Resa e nem Abiud estão entre eles (I Crônicas 3:19-20).
Jorão era o pai de Ozias que era o pai de Joathão (Mateus 1:8-9).
Jorão era o pai de Occozias, do qual nasceu Joás, que gerou Amazias, que foi pai de Azarias que, finalmente, gerou Joathão (I Crônicas 3:11-12).
Josias era o pai de Jeconias (Mateus 1:11).
Josias era o avô de Jeconias (I Crônicas 3:15-16).
Zorobabel era filho de Salathiel (Mateus 1:12) (Lucas 3:27).
Zorobabel era filho de Fadaia. Salathiel era tio dele (I Crônicas 3:17-19).
Contradições - Parte 4
O Diabo levou Jesus primeiro ao topo do templo e depois para um lugar alto para ver todos os reinos do mundo (Mateus 4:5-8).
O Diabo levou Jesus primeiro para o lugar alto e depois para o topo do templo (Lucas 4:5-9).
O centurião se aproximou de Jesus e pediu ajuda para um criado doente (Mateus 8:5-7).
O centurião não se aproximou de Jesus. Ele enviou amigos e os anciões dos judeus (Lucas 7:2-3,6-7).
Jairo pediu a Jesus que ajudasse a sua filha, que estava morrendo (Lucas 8:41-42).
Ele pediu para que Jesus salvasse a filha dele que já havia morrido (Mateus 9:18).
Jesus disse aos seus discípulos que deveriam andar calçados com sandálias (Marcos 6:8).
Jesus lhes disse que não deveriam andar descalços (Mateus 10:10).
Deus confiou o julgamento a Jesus (João 5:22) (João 5:27,30 8:26) (II Coríntios 5:10) (Atos 10:42).
Jesus, porém, disse que não julga ninguém (João 8:15,12:47).
Os santos hão de julgar o mundo (I Coríntios 6:2).
A transfiguração de Jesus ocorreu 6 dias após a sua profecia (Mateus 17:1-2).
A transfiguração ocorreu 8 dias após (Lucas 9:28-29).
A mãe de Tiago e João pediu a Jesus para que eles se assentassem ao seu lado no reino (Mateus 20:20-21).
Tiago e João fizeram o pedido, ao invés de sua mãe (Marcos 10:35-37).
Ao sair de Jericó, Jesus se encontrou com dois homens cegos (Mateus 20:29-30).
Ao sair de Jericó, Jesus se encontrou com somente um homem cego (Marcos 10:46-47).
Dois dos discípulos levaram uma jumenta e um jumentinho para Jesus da aldeia de Bethfagé (Mateus 21:2-7).
Eles levaram somente um jumentinho (Marcos 11:2-7).
Jesus amaldiçoou a árvore de figo depois de ter deixado o templo (Mateus 21:17-19).
Ele amaldiçoou a árvore antes de ter entrado no templo (Marcos 11:14-15,20)
Um dia após Jesus ter amaldiçoado a figueira, os discípulos notaram que ela havia secado (Marcos 11:14-15,20)
A figueira secou imediatamente após a maldição ser posta (Mateus 21:19).
Contradições parte 1
Dá uma espiada.
Os Gigantes existiam antes da inundação (Gênesis 6:4).
Somente Noé, sua família, e os animais da Arca sobreviveram à inundação (Gênesis 7:23).
Mesmo depois da Inundação os gigantes continuaram existindo (Números 13:33).
Toda a terra tinha uma só língua e as mesmas palavras, até que Deus criou vários idiomas diferentes, fazendo com que ninguém entendesse um ao outro (Gênesis 11:1,6-9).
Anterior a isto, a Bíblia fala de diversas nações, cada um com sua própria língua (Gênesis 10:5).
Deus admitiu que Ele é a causa da surdez e da cegueira (Êxodo 4:11).
Contudo, Deus não aflige os homens por vontade própria (Lamentações 3:33).
Deus envia Moisés para o egito resgatar os filhos de Israel (Êxodo 3:10. 4:19-23).
No caminho, Deus ameaçou Moisés de morte. Não proveu de explicação (Êxodo 4:24-26).
Deus mata todos os animais dos egípcios com uma forte pestilência. Nenhum sobreviveu a pestilência (Êxodo 9:3-6).
Deus mata todos os animais dos egípcios com uma chuva de granizo (Mas eles já não haviam morrido com a pestilência?) (Êxodo 9:19-21,25).
Deus não foi conhecido por Abraão, Isaac e Jacó pelo nome de Javé (Êxodo 6:2-3).
O nome do Senhor já era conhecido (Gênesis 4:26).
Deus proibe que seja feito a escultura de qualquer ser (Êxodo 20:4).
Deus ordenou a fabricação de estátuas de ouro (Êxodo 25:18).
Proibição do assassinato (Êxodo 20:13).
Deus manda Moisés matar todos os homens de Madiã (Números 31:7).
Proibição do roubo (Êxodo 20:15).
Deus manda roubar os egípcios (Êxodo 3:21-22).
Proibição da mentira (Êxodo 20:16)
Deus permiti a mentira (I Reis 22:22)
Deus não pode mentir (Números 23:19).
Deus deliberadamente enviou um "espírito" mentiroso (I Reis 22:20-30) (II Crônicas 18:19-22).
Deus faz pessoas acreditarem em mentiras (II Tessalonicenses 2:11-12).
O Senhor engana os profetas (Ezequiel 14:9).
Contradições - Parte 2
Aarão morreu no monte Hor. Imediatamente depois disso, os israelitas foram para Salmona e Finon (Números 33:38).
Aarão morreu em Mosera. Depois disso, os isralelitas foram para Gadgad e Jetebata (Deuteronômio 10:6-7).
Deus diz a Moisés que Aarão morreu no monte Hor (Deuteronômio 32:50).
Nós temos que amar Deus (Deuteronômio 6:5) (Mateus 22:37).
Nós temos que temer Deus (Deuteronômio 6:13) (I Pedro 2:17).
Deus escreveu nas tábuas as dez palavras da aliança (Deuteronômio 10:1-2,4).
Deus ditou e Moisés escreveu (Êxodo 34:27-28).
Josué queimou a cidade de Hai e reduziu-a a um monte de ruínas para sempre (Josué 8:28).
Hai ainda existe como uma cidade (Neemias 7:32).
Josué destruiu totalmente os habitantes de Dabir (Josué 10:38-39).
Os habitantes de Dabir ainda existem (Josué 15:15).
Saul destruiu completamente os amalecitas (I Samuel 15:7-8,20).
David destruiu completamente os amalecitas (I Samuel 27:8-9).
Finalmente os amalecitas são mortos (I Crônicas 4:42-43).
Isaí teve sete filhos além de seu mais jovem, David (I Samuel 16:10.11).
David foi o sétimo filho (I Crônicas 2:15).
Saul tentou consultar o Senhor (I Samuel 28:6).
Saul nunca fez tal coisa (I Crônicas 10:13-14).
Saul cometeu suicídio (I Samuel 31:4-6) (I Crônicas 10:4-5).
Saul foi morto por um amalecita (II Samuel 1:8-10).
Saul foi morto pelos filisteus (II Samuel 21:12).
Davi tomou 1.700 cavaleiros de Adadezer (II Samuel 8:4).
Davi tomou 7.000 cavaleiros de Adadezer (I Crônicas 18:4).
Davi matou aos arameus 700 parelhas de cavalos e 40.000 cavaleiros (II Samuel 10:18).
Davi matou aos arameus 7.000 cavalos e 40.000 empregados (I Crônicas 19:18).
Israel dispõe de 800.000 homens aptos para manejar espadas, enquanto que Judá dispõe de 500.000 homens (II Samuel 24:9).
Israel dispõe de 1.100.000 homens aptos para manejar espadas, enquanto que Judá dispõe de 470.000 homens (I Crônicas 21:5).
Contradições - Parte 3
Satã provocou Davi a fazer um censo de Israel (I Crônicas 21:1).
Deus sugeriu Davi a fazer um censo de Israel (II Samuel 24:1).
Davi pagou 50 siclos de prata por gados e pelo terreno (II Samuel 24:24).
Davi pagou 600 siclos de ouro pelo mesmo terreno (I Crônicas 21:25).
Rei Josias foi morto em Magedo. Seus servos o levam morto para Jerusalém (II Reis 23:29-30).
Rei Josias foi ferido em Magedo e pediu para seus servos o levarem para Jerusalém, onde veio a falecer (II Reis 23:29-30).
Foram levados 5 homens dentre os mais íntimos do rei (II Reis 25:19-20).
Foram levados 7 homens dentre os mais íntimos do rei (Jeremias 52:25-26).
São citados os nomes de 10 pessoas que vieram com Zorobabel (Esdras 2:2)
São citados os nomes de 11 pessoas que vieram com Zorobabel (Neemias 7:7)
(Esdras 2:3 & Neemias 7:8) Estas passagens pretendem mostrar a quantidade de pessoas que voltaram do cativeiro babilônico. Compare o número para cada família: 14 deles discordam.
Jesus foi filho de José, que o foi de Jacob (Mateus 1:16).
Jesus foi filho de José, que o foi de Heli (Lucas 3:23).
O pai de Salathiel foi Jeconias (Mateus 1:12).
O pai de Salathiel foi Neri (Lucas 3:27)
Abiud é filho de Zorobabel (Mateus 1:13).
Resa é filho de Zorobabel (Lucas 3:27).
São citados os nomes de todos os filhos de Zorobabel, mas nem Resa e nem Abiud estão entre eles (I Crônicas 3:19-20).
Jorão era o pai de Ozias que era o pai de Joathão (Mateus 1:8-9).
Jorão era o pai de Occozias, do qual nasceu Joás, que gerou Amazias, que foi pai de Azarias que, finalmente, gerou Joathão (I Crônicas 3:11-12).
Josias era o pai de Jeconias (Mateus 1:11).
Josias era o avô de Jeconias (I Crônicas 3:15-16).
Zorobabel era filho de Salathiel (Mateus 1:12) (Lucas 3:27).
Zorobabel era filho de Fadaia. Salathiel era tio dele (I Crônicas 3:17-19).
Contradições - Parte 4
O Diabo levou Jesus primeiro ao topo do templo e depois para um lugar alto para ver todos os reinos do mundo (Mateus 4:5-8).
O Diabo levou Jesus primeiro para o lugar alto e depois para o topo do templo (Lucas 4:5-9).
O centurião se aproximou de Jesus e pediu ajuda para um criado doente (Mateus 8:5-7).
O centurião não se aproximou de Jesus. Ele enviou amigos e os anciões dos judeus (Lucas 7:2-3,6-7).
Jairo pediu a Jesus que ajudasse a sua filha, que estava morrendo (Lucas 8:41-42).
Ele pediu para que Jesus salvasse a filha dele que já havia morrido (Mateus 9:18).
Jesus disse aos seus discípulos que deveriam andar calçados com sandálias (Marcos 6:8).
Jesus lhes disse que não deveriam andar descalços (Mateus 10:10).
Deus confiou o julgamento a Jesus (João 5:22) (João 5:27,30 8:26) (II Coríntios 5:10) (Atos 10:42).
Jesus, porém, disse que não julga ninguém (João 8:15,12:47).
Os santos hão de julgar o mundo (I Coríntios 6:2).
A transfiguração de Jesus ocorreu 6 dias após a sua profecia (Mateus 17:1-2).
A transfiguração ocorreu 8 dias após (Lucas 9:28-29).
A mãe de Tiago e João pediu a Jesus para que eles se assentassem ao seu lado no reino (Mateus 20:20-21).
Tiago e João fizeram o pedido, ao invés de sua mãe (Marcos 10:35-37).
Ao sair de Jericó, Jesus se encontrou com dois homens cegos (Mateus 20:29-30).
Ao sair de Jericó, Jesus se encontrou com somente um homem cego (Marcos 10:46-47).
Dois dos discípulos levaram uma jumenta e um jumentinho para Jesus da aldeia de Bethfagé (Mateus 21:2-7).
Eles levaram somente um jumentinho (Marcos 11:2-7).
Jesus amaldiçoou a árvore de figo depois de ter deixado o templo (Mateus 21:17-19).
Ele amaldiçoou a árvore antes de ter entrado no templo (Marcos 11:14-15,20)
Um dia após Jesus ter amaldiçoado a figueira, os discípulos notaram que ela havia secado (Marcos 11:14-15,20)
A figueira secou imediatamente após a maldição ser posta (Mateus 21:19).
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