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Por que os livros originais do historiador Flávio Josefo sumiram?
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Antigo Testamento (Js 19. 10-15) onde encontramos uma lista de todas as tribos de Zabulon, mas nenhuma menção de Nazaré.
No Talmude, existe uma referência de 63 cidades da Galiléia, sem mencionar Nazaré uma única vez.
Jesus não poderia ser um nazareno, pois na época em que ele viveu, a cidade de Nazaré não existia, como foi provado por historiadores em 1920.
Os nazarenos eram uma ramificação dos essênios, uma comunidade que vivia de maneira bastante organizada num sistema
(Js 19. 10-15) as tribos de Zabulon
De acordo com Flávio Josefo, a seita dos nazarenos existia às margens do Rio Jordão, cerca de cento e cinqüenta anos antes do nascimento de Jesus.
Acredita-se também que os nazarenos conheciam os ensinamentos provenientes de Buda e dos Vedas. Encontramos a palavra Nazaré nos dialetos indianos. A palavra Nas significa "associar-se com". Nasa, significa "nariz".
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Quarta-feira, 8 de março de 2006
Jesus, o nazareno
Jesus tem sido chamado pela literatura como Jesus de Nazaré. Por que este nome é utilizado, já que Jesus nasceu em Belém? O correto não seria chamá-lo de Jesus, o belenense?
É fácil identificar a origem do nome Jesus, que deriva de Ieschoua (traduzido do grego Iezous). Também existe a possibilidade de que venha do hebraico Yesu, uma abreviação de Yesua, que foi o grande herói bíblico Josué, sucessor de Moisés.
Já para a origem da palavra nazareno não existem tantas informações. Jesus não poderia ser um nazareno, pois na época em que ele viveu, a cidade de Nazaré não existia, como foi provado por historiadores em 1920.
Para atestar este fato, basta examinar o Antigo Testamento (Js 19. 10-15) onde encontramos uma lista de todas as tribos de Zabulon, mas nenhuma menção de Nazaré.
No Talmude, existe uma referência de 63 cidades da Galiléia, sem mencionar Nazaré uma única vez. Qual a explicação possível?
Uma das possibilidades é que Jesus tenha sido chamado de nazareno por "estar à serviço de Deus", já que a palavra nazareno vem do aramaico Nazar, que significa "observar, colocar-se à serviço de Deus".
Também é quase certo que Nazaré não fosse uma cidade, mas sim, uma ramificação dos essênios, uma comunidade que vivia de maneira bastante organizada, dedicando-se ao trabalho e ao estudo, demonstrando um extraordinário interesse pelos escritos antigos, que proporcionavam ao grupo muito equilíbrio na comunidade.
É possível que os essênios tenham constituído as primeiras comunidades cristãs, sendo citados pelo Talmude como "nozaris". Para alguns estudiosos, os essênios foram considerados os primeiros precursores do cristianismo primitivo.
João Batista também era um nazareno, um profeta, uma pessoa à serviço de Deus, cuja missão era batizar, não para que os filhos de Deus obtivessem a salvação, mas para que seus corpos espirituais e físicos fossem curados.
De acordo com Flávio Josefo, a seita dos nazarenos existia às margens do Rio Jordão, cerca de cento e cinqüenta anos antes do nascimento de Jesus.
Acredita-se também que os nazarenos conheciam os ensinamentos provenientes de Buda e dos Vedas. Encontramos a palavra Nazaré nos dialetos indianos. A palavra Nas significa "associar-se com". Nasa, significa "nariz".
Estas são algumas possibilidades para que Jesus fosse chamado de nazareno, nada tendo a ver como sendo uma pessoa "nascida na cidade de Nazaré".
Monica Buonfiglio
=======================outro==========…
Jesus Cristo, um mito essênio
Na época em que surgiu a ainda não comprovada história de Jesus, existiam três principais denominações judaicas: os fariseus, seduceus e os essênios. Muito provavelmente, apesar das controvérsias, o poderoso e indestrutível cristianismo atual nasceu do reles judaísmo essênio. Tudo o que sabemos sobre eles são pelas referencias de historiadores como Flávio Josefo, Filon de Alexandria e principalmente pelos pergaminhos encontrados próximos ao morto. As controvérsias são muitas, porem há um inegável elo perdido entre cristianismo e judaísmo essênio.
Acreditavam que haveria uma guerra,"A guerra dos filhos da luz contra os filhos das trevas" entre os essênios e os outros desencaminhados da lei, que precederia a era da salvação. Os filhos da luz contam com a ajuda dos anjos Miguel, Rafael e Sariel, enquanto que os filhos das trevas contam com Belial. A vitória, é claro, é dos filhos da luz (O Armagedon do apocalipse?). E mais, esse texto sobre essa guerra foi originalmete escrito muito antes do suposto período do apocalipse cristão, entre os anos de 50 a.C. e 25 d.C.
As pessoas de suas comunidades acreditam que são os eleitos de Deus, os outros, principalmente os fariseus, eram hipócritas, são os "filhos das trevas", que vivem sob o "domínio de Satanás". São os "malditos", os "homens da falsidade", "os que transgridem os mandamentos", os "homens do inferno" segundo a Regra da Comunidade. As pessoas de suas comunidades são os eleitos de Deus, os outros, principalmente os fariseus, "profanam o Templo", "blasfemam contra as leis da aliança de Deus", "praticam a vingança e a maldade contra seu irmão"; os que "saqueiam os pobres", "fazem das viúvas suas presas", "tornam órfãs suas vítimas". São os "homens violentos que romperam a aliança", guiados pela "mentira", o "sacerdote ímpio", cuja "ignomínia era maior que sua glória", e que "viveu de maneira abominável em meio a toda deturpação impura" segundo o Documento de Damasco.
Os essênios eram também conhecidos como nazarenos, e Nazaré era um de seus redutos, aliais, é bom reforçar que a cidade recebeu esse nome por causa dos essênios e não o contrário. São Judeus do deserto que conservaram as puras tradições dos profeta e que promoviam o ritual de batismo. Cristãos compartilham com os essênios inclusive o personagem João Batista. Segundo eles deveria haver dois messias, o Messias-Sacerdote se mostraria resignado com seu destino, dando a vida em sacrifício. Faria purgar os pecados de todos e a conduta de seus atos seria o exemplo da fé que leva os homens à Deus. Para muitos, era João Batista o verdadeiro messias e, talvez, foi por isso que a seita cristã se separou da seita dos essênios, acreditando que o verdadeiro Cristo era Jesus. Os pergaminhos do Mar Morto que fala dos essênios apresenta uma figura extremamente semelhante a Jesus, porem não era o mesmo, já que este havia morrido antes mesmo do suposto nascimento do Jesus evangélico e era apenas o líder dessa comunidade de essênios de Qumran, sendo que este morreu em condições semelhantes a Jesus ao tentar se revoltar contra os romanos.
E há mais coisas que cristãos e essênios compartilham: Não faziam sacrifícios animais; O homem deve ser justo porque na lei da natureza as penalidades são proporcionais às infrações. Deve ser pacífico, tolerante e caridoso. De costumes irrepreensíveis, moralidade exemplar, pacíficos e de boa fé, se dedicavam à contemplação e à caridade, longe do materialismo avassalador. Traços como o elogio de uma vida humilde, a proibição do divórcio e a invocação a Deus como um pai. Os ensinamentos de Jesus provem deles.
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xiao4 cang2 dao1
os pergaminhos se decompõe muito rápido nas bibliotecas medievais, e ele não for copiado uma vez a cada 100 anos se decompõe completamente.
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vano677
Se sumiram é porque talvez ele tenha feito algumas anotações que com certeza relatariam a verdade sobre o mito cristão, quem sabe?
Mas eu particularmente fico meio receoso quanto a Joséfo, Agripa II, Berenice, Tito e Vespasiano.
Segundo dizem Clemente I, Titus Flavius Clemens, poderia ter sido parente dos Flávios e fora escolhido como papa em Roma 90-95 dC. Se a família dos Flávios estavam no poder e Domitila, sobrinha de Dominiciano fora tida como mártir então há de se supor que o culto cristão talvez tenha começado a dar os primeiros passos entre 70 e 95 dC, em Roma, bem longe da Palestina.
Quem sabe se os romanos juntamente com alguns discidentes judaicos não quisessem fundar uma nova religião que englobasse um pouco de cada religião existente na época para se poder governar melhor? Pois naquela época havia grandes filósofos em Roma e Alexandria. Pois Tito se apaixonara por Berenice, porque não casar a religião judaica com a romana? Vespasiano se encantara com a inteligência de Joséfo.
Creio eu que estas figuras e os que os cercavam tiveram um papel importante quanto ao mito cristão.
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Maharet ®
Após a guerra, Flávio Josefo vai viver em Roma, recebendo de Vespasiano uma casa, pensão, propriedades e a cidadania romana. Casa-se 4 vezes, tem 3 filhos e morre em 102 ou 103 d.C., em Roma.
Nestes cerca de 30 anos morando em Roma, Josefo escreve extensa obra sobre os judeus e a guerra judaica contra Roma: Bellum Iudaicum (A Guerra Judaica) em 7 livros; Antiquitates Iudaicae (Antigüidades Judaicas) em 20 livros; Contra Apionem (Contra Apião) em 1 livro e Vita (Autobiografia) também em 1 livro.
A Guerra Judaica é escrita primeiramente em aramaico e, em seguida, entre 79 e 81 d.C., traduzida para o grego. Alguns acham que é por remorso pelo modo suspeito como salva sua vida que Flávio Josefo escreve esta obra. Mas é mais provável que A Guerra Judaica seja uma obra de encomenda. Sendo ainda numerosos os judeus tanto no Império Romano quanto nas regiões dos partos, babilônios e árabes, e esboçando-se possibilidades de novas revoltas, é preciso dissuadir qualquer nova tentativa de insurreição. E a melhor dissuasão é o relato da guerra na Judéia.
A última obra de Josefo é a Autobiografia, escrita após 95 d.C., não se sabe exatamente em que ano.
Algo que se sabe é que alguns dos seus originais se encontravam na Biblioteca de Alexandria: A Biblioteca continha tudo o que a literatura grega produzira de interessante. É certo também que existiam obras estrangeiras traduzidas ou não. Dentro das obras traduzidas pelo corpo de tradutores do próprio museu, distingue-se a tradução em língua grega dos chamados Setenta, livros sagrados dos Judeus a que chamamos Antigo Testamento. Uma lenda diz que Ptolomeu II Filadelfo (rei do Egipto entre 283 e 246 a. C.) reuniu setenta e dois sábios judeus e lhes pediu que traduzissem para o grego as suas Escrituras. No entanto, a tradução foi na realidade bem mais demorada. O Pentateuco só foi acabado de traduzir no séc. III, os livros dos Profetas e os Salmos no século II, e o Eclesiastes cerca de cem anos após a era cristã.
A dedicação e devoção revelada pelos soberanos do Egipto e pelos responsáveis pelo Museu permitiu reunir a maior colecção de livros da antiguidade. Pensa-se que a Biblioteca chegou a reunir cerca de 400 mil volumes. Tendo-se tornado insuficiente o espaço, o Serapeion (templo de Serápis) recebeu um outro depósito, de cerca de 300 mil volumes, totalizando assim 700 mil volumes. Em 441 d.c foi totalmente destruída num segundo incêndio, facto que já havia destruído uma boa parte do seu acervo anteriormente.
Não será, pois, de admirar que tenhamos perdido não apenas as obras originais de Josefo como ainda as de mais uns milhares de autores que decerto contribuiriam para melhor conhecermos a antiguidade clássica.
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Or
Da Terra
Nazareno vem de Nazireu, aquele que faz voto de Nazir.
E isto era feito por alguém que queria alcançar altos níveis de espiritualidade e professia.
A cidade de Nazaré veio existir pelo menos 300 anos apos a morte de Jesus!
Isto é apenas uma contradição história do cristianismo!
Sobre os originais de Flavio Josefus não existirem mais, fica a pergunta? Quem tem a verdade teme o quê?
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
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